Atrativos Culturais em São João Del Rei


Beta ou Mina de Ouro Presidente Tancredo Neves

Localizada em um morro de difícil acesso à ex-mina de ouro atualmente não está aberta para visitação por apresentar grande risco e ao mesmo tempo não oferecer nenhum tipo de segurança ao visitante.

O percurso pode ser feito de carro até as proximidades da mina.

O trecho restante tem que ser feito a pé, pois no local não existe rua.

O percurso visitado compreende uma descida de 56 metros de profundidade e o visitante pode acompanhar o processo de extração, moagem, separação e apuração do ouro na bateia.

No interior da mina há uma escada de pedra com corrimão de corda que dá acesso a uma plataforma, a um lago e a diversos corredores escavados em rochas. A visita à mina é feita com acompanhamento de guia local, em grupos de 7 a 10 pessoas. Há capacetes para os visitantes. O guia utiliza lanterna para iluminar o percurso na mina.

Casa de Pedra

Gruta de formação calcária de superfície natural que serviu de cenário para o romance histórico ‘Maurício’, de Bernardo Guimarães. É mais conhecida como Casa da Pedra e faz parte da serra de São José. Há uma vegetação abundante sobre a gruta, e próxima a ela existe uma mineração em atividade – Mineração Jundu que extrai calcário e no seu interior há vários salões com ocorrência de estalagmites, estalactites, colunas, travertinos e outros espeleotemas.

Conhecer a Gruta Casa de Pedra significa muito mais que fazer espeleo turismo, também inclui participar de uma cronologia geológica e histórica. Localizada à margem esquerda do Rio das Mortes, no município de São João del-Rei, a qual dista 6 Km, constitui um espetáculo físico criado pela natureza, contemplado por crianças, jovens e adultos. Sua composição geológica é o calcário, que proporciona apreciação de raridades que levaram séculos para serem formadas. Oferece rapel para iniciantes e um passeio pela gruta guiado por monitores e amparado por uma iluminação móvel que permite ao mesmo tempo a visitação e a preservação da fauna interna. Duração do passeio: 30 minutos aproximadamente. Horários: Sábado, domingo, feriados e nos meses de janeiro e julho todos os dias de 10 às 17 horas. Contato: grutacasadapedra@yahoo.com.br (32) 8813-9894 Localização BR 265 Km 41.

Escola Municipal Maria Teresa

Construção de dois pavimentos possui porta – janelas com balaustradas individuais de ferro forjado. A construção de pequeno frontão em arco pleno no meio. É uma construção do início do século XX e serviu como Quartel General do 51º Batalhão de Caçadores de Pernambuco. Neste mesmo local existiu a Casa de Fundição, onde o ouro natural era transformado em barras e a Real Intendência do Ouro, que era a casa fiscal, serviu de sede da Aula Régia de Latim, que foi a primeira escola pública secundária da capitania de Minas Gerais em 1774. Não é aberta a visitação. Localização Praça dos Expedicionários, s/nº – Centro.

Chafariz da Legalidade

Último remanescente do chafariz público da cidade em pedra-sabão. Encontra-se em local arborizado, na Praça dos Expedicionários. Sua construção é de 5 de abril a 22 de maio de 1833, quando São João del-Rei foi capital de Minas Gerais. Nos seus detalhes destaca-se o frontão com detalhes em cantaria (pedra-sabão) e a própria bacia de desenho caprichoso. Tem ao centro dois peixes ladeados por quatro carrancas. Acima, o símbolo português, a data de 1833, e a coroa real encimada por um coruchéu central além de outros pequenos nas laterais. Os ornatos de pedra-sabão estão incrustados em parede branca. Localização Praça dos Expedicionários, s/nº – Centro.

Pelourinho

A Primeira construção era de madeira e sua data é de 1712, mas foi substituída em 1812 por Aniceto de Souza Lopes.

Discípulo de Francisco de Lima Cerqueira, que terminou o trabalho do mestre ao finalizar a Igreja de São Francisco de Assis.

O Pelourinho é de pedra sabão sobre base de granito.

Nesse instrumento de suplicio, símbolo da autoridade, eram amarrados e chicoteados os escravos pela menor falta cometida. Localização Praça Barão de Itambé, s/nº – Centro.

Ponte da Cadeia (1798)

Está localizada sobre o córrego do Lenheiro, nas imediações da Prefeitura Municipal. Foi a primeira ponte de pedra construída, após a destruição da ponte de madeira que lá existia. Os vãos dessa ponte são em forma de arco abatido, sarapanel ou asa de cesta, cuja solução apresenta belo trabalho de cantaria. É calçada com paralelepípedos, tendo nas laterais passeios e junto à murada vãos formando bancos. No meio desta ponte, também junto à murada, existe de um lado uma cruz e do lado oposto um lampião. O nome da Cadeia advém do fato de a atual Prefeitura ter sido sede da Câmara e Cadeia cuja construção é de 1849. Antes disso era conhecida como Ponte Nova ou Ponte que vai para a Intendência do ouro que tinha uma elevação do lado direito do córrego, onde hoje é a Escola Municipal Maria Teresa.

Ponte do Rosário

A ponte do Rosário, sobre o córrego do Lenheiro, era o elo de ligação entre a Rua da Prata (Rua Padre José Maria Xavier) e Rua Direita (Getúlio Vargas), pois estas eram as ruas dos moradores mais abastados da Vila de São João del- Rei.

A Ponte é toda em pedra, com três arcos plenos e possui quebra – ondas.

As obras de construção foram arrematadas a 11 de outubro de 1800, pelo Capitão Manoel Ferreira Leite e executadas por Francisco de Lima Cerqueira.

A ponte, toda calçada de paralelepípedos, possui bancos junto à murada. Em um de seus lados, encontra-se uma cruz, também de pedra.

Prefeitura Municipal

O antigo prédio do Paço Municipal e da Cadeia, atual Prefeitura Municipal, foi inaugurado em 1849, sendo o autor do projeto Jesuíno José Ferreira.

A Câmara funcionava no pavimento superior e no térreo a Cadeia, hábito bastante comum na época.

A Cadeia ali permaneceu até o ano de 1925, quando foi transferida para o Largo do Carmo, sendo instalada no local a Biblioteca Municipal. Hoje, o edifício serve como Prefeitura, tendo sofrido internamente algumas reformas de maneira a se adaptar às novas funções. Sobrado em dois pavimentos tem na frente uma porta central ladeada por duas janelas com sobreverga abatida em pedra. Acima da porta encontra-se o emblema da cidade, em meio a ornatos verde e amarelo.

As portas – janelas do pavimento superior acompanham o mesmo estilo do térreo: sobreverga abatida em madeira e ornamentos acima.

Possui sacada corrida em ferro forjado, tendo ao centro uma parte saliente onde se encontra incrustado o Selo – Símbolo da Nação – reproduzido nas cores originais e o mastro da bandeira. O frontão é triangular e, no meio deste, encontra-se o brasão português nas cores verde, amarelo, azul e branco. O telhado é cercado por murada com coruchéus nas quinas e também acima do frontão. Localização Rua Ministro Gabriel Passos, 199 Centro.

Solar da Baronesa de Itaverava (séc.XVIII)

Construção do século XVIII possui na fachada do andar térreo quatro portas e uma janela com sobreverga alteada.

No andar superior, cinco portas – janelas com sacada corrida e guarda – corpo trabalhado em ferro forjado com suporte para lampiões – seis lampiões. Possui ainda, onze janelas laterais, também com sacada corrida em ferro forjado.

O beiral do telhado é em cimalha. O local já foi lugar de morada, armazém comercial onde o sal era o principal produto. Também serviu de Hospedaria onde se instalaram famílias de imigrantes italianos que aguardavam a preparação das colônias e também recrutas em preparação para a II Guerra Mundial.

O gigantesco casarão também é dito ser cenário de uma lenda local em que o diabo levou o corpo do malvado Coronel que ali habitava. Atualmente abriga o Centro Cultural da Universidade Federal de São João del-Rei UFSJ, com exposições de vários artistas locais, regionais, nacionais e internacionais. Localização Largo do Carmo, s/nº – Centro.

Solar do Barão de São João Del Rei

O elegante solar, cuja construção remonta ao século XIX, possui dois pavimentos em estilo colonial.

A fachada apresenta, no pavimento térreo, uma porta e seis janelas de arco abatido, sobreverga e folha de guilhotina.

Possui ainda, no pavimento superior, sete janelas com sacada e guarda – corpo em ferro forjado. O telhado é em beira – seveira.

Neste solar, funciona atualmente a 34ª Superintendência de Ensino de São João del-Rei.

Nele se hospedou D. Pedro II, quando veio inaugurar a Estrada de Ferro Oeste de Minas.

Localização Praça Frei Orlando no centro da cidade.

Memorial Tancredo Neves

O Memorial Tancredo Neves possui características arquitetônicas que remontam à segunda metade do século XIX. O memorial é composto por nove salas de exposição permanente, uma sala de mostras temporárias e um auditório. As nove salas fixam remontam a vida do ex-presidente desde sua infância até sua morte em 1985. O acervo do museu é constituído de documentos, fotografias, objetos, correspondências, poemas e mensagens publicitárias da campanha. Localização Rua Padre José Maria Xavier Centro.

Centro de Preservação da História Ferroviária de São João Del Rei

O Centro de Preservação da História Ferroviária de São João del – Rei, constitui-se de um conjunto de antigos prédios totalmente restaurados, são construções que serviam à ferrovia, como almoxarifado, armazém ferroviário, oficina de manutenção, além da Rotunda-construção circular que lembra o anfiteatro romano.

Prédio da Estação: Inaugurado em 28 de agosto de 1881, é acesso para o Museu Ferroviário, a Rotunda e Prédios da oficina.

Local onde funciona a bilheteria para a viagem de Maria Fumaça e para a visitação ao Museu Ferroviário. Funciona normalmente como estação ferroviária; Museu Ferroviário: Inaugurado em 28 de agosto de 1981, quando comemorou-se o centenário do primeiro trecho ferroviário da estrada de ferro Oeste de Minas – EFOM , cuja viagem inaugural levou D. Pedro II e a Imperatriz Tereza Cristina.

Rotunda

Chamada também de Coliseu, foi inaugurada em 1984. Construção circular que faz lembrar o anfiteatro romano há em seu interior um valioso tesouro representado pelas centenárias locomotivas a vapor ‘Baldwins’ de bitolinha de 76 cm, carros e vagões de rara beleza, que fizeram a História do passado ferroviário; 4. Prédios da Oficina de Conserva: construída em 1881, guarda no seu interior, as mesmas máquinas operatrizes importadas, que ajudaram e continuam a manter a reparação e manutenção das locomotivas e vagões da antiga estrada de ferro Oeste de Minas. Localização Rua Antonio Rocha Centro.

Museu Regional do IPHAN

O edifício foi construído em meados do século XIX e que pertenceu ao rico comerciante Comendador João Antônio da Silva Mourão, é de três pavimentos em nível de rua, a planta é retangular e o telhado de quatro águas.

A fachada plana é enquadrada por cunhais em forma de pilastras superpostas e o telhado apóia-se em entablamento moldurado.

Os andares são marcados por faixas na continuação dos balcões. A fachada comporta dezoito aberturas, das quais seis portas no pavimento térreo, e seis portas-janela com balcões em cada pavimento superior.

Os balcões, de pequeno balanço, têm guarda-corpos de grades de ferro forjado. Os balcões centrais do último pavimento são conjugados. Interiormente, os salões foram arranjados com peças de arte antiga, mobiliário dos séculos XVIII e XIX, imaginária. O acervo do museu encontra-se distribuído pelos três pavimentos, sendo no térreo uma imagem de Santa Madalena, desenhos na parede, de João Guimarães Vieira; coleção de ex-votos antigos, cadeira de arruar do século XVIII, com pinturas em estilo rococó. No segundo pavimento, mobiliário regional antigo, arcas, armário de canto e grande mesa. Em vitrina duas pequenas imagens, ajoelhadas, talvez peças de presépio, atribuídas ao Aleijadinho. Cama de estilo Dom José com belo trabalho de talha, em jacarandá, retrato do proprietário que fez construir o prédio, o comendador Silva Mourão. No terceiro andar, a seção industrial, com balança, arado, roca de fiare, tear manual e o órgão que pertenceu à Igreja do Carmo, na cidade. Localização Praça Severiano de Resende Centro.

Biblioteca Municipal Baptista Caetano D´ Almeida

Fundada em 19 de agosto de 1827 e é considerada a primeira biblioteca pública do estado de Minas Gerais. Possui aproximadamente 20 mil volumes, que se constituem de obras portuguesas, da imprensa Régia Lisboa e de Rio de Janeiro, francesas, italianas e inglesas do século XVI a XVIII, seu acervo foi doado por Caetano D’Almeida. Na biblioteca há obras completas como a de Victor Hugo, Aristóteles e tantos outros de importância mundial. Atualmente, ela está instalada no prédio neo-colonial, na parte posterior , local onde nasceu Bárbara Eliodora. Localização Praça Frei Orlando, 90/F Centro.

Museu da Força Expedicionária Brasileira – FEB

O Museu dos Ex-Combatentes foi inaugurado, em 12 de abril de 1986. Está instalado no prédio do Círculo Militar de São João del-Rei, na ala do prédio da Associação dos Sargentos entrada lateral.

Do seu acervo constam informações sobre a Força Expedicionária Brasileira, sua participação na II Guerra Mundial, os armamentos utilizados e os aprisionados.

Muitos objetos se referem ao 11º BI-Batalhão Tiradentes, que combateu nos campos da Itália e que tem sua sede na cidade de São João del-Rei.

Os objetos estão distribuídos em um salão, são eles: armas aprisionadas alemãs, suíças, austro-húngaras, italianas, a famosa ‘Lourdinha’ alemã, considerada a mais potente da época; carabinas; uniformes utilizados durante a guerra: botas, luvas, capacetes, etc; aparelhos de comunicação: telefones, centrais telefônicas etc; fotos dos componentes da Companhia de Obuzes; fotos dos heróis tombados na Itália, em 1945, entre elas a de Frei Orlando – capitão , a de Orlando Randi segundo sargento, com quem foi encontrada a bandeira nazista que também está no museu e a de Max Wolff Filho, o maior herói da FEB e fotos da chegada dos oficiais ao Brasil e da assinatura da declaração de guerra do Brasil ao Eixo, com Getúlio e seus ministros.

Junto às fotos, encontra-se um arquivo que contém fichas com informações sobre cada combatente. No museu, nas vitrines há: cédulas italianas, gregas, alemãs e africanas, da época; remédios e medicamentos de primeiros-socorros; cigarros, divisas e medalhas comemorativas; braçadeira fascista e bandeira nazista. Localização Avenida Hermílio Alves Centro.

Museu do Estanho

O Museu funciona como parte da fábrica de John Somers Estanhos Ltda, com o intuito de demonstrar que a liga que se chama estanho, teve em tempos passados uma importância indiscutível na vida diária, não somente de países europeus, mas também de Minas Gerais, onde moldes de fundição do século XVIII comprovam a existência de artesãos de estanho. O acervo, basicamente a coleção particular de John Somers, responsável pelo renascimento do artesanato em estanho na região, enfatiza o uso doméstico do metal.

A coleção concentra-se em mostrar peças mais típicas e mais representativas, não somente de épocas históricas específicas, mas de países específicos também. Do acervo constam: molde do século XVIII achado em Nazareno; objetos de estanho e latão encontrados nos destroços do UTRECHT, fragata holandesa levada a pique em 1648 , como saleiro, pichel, colher, penico, castiçal, tinteiro e objetos de uso médico; coleção de canecas de cerveja da Inglaterra; crucifixo brasileiro do fim do século XVIII e princípio do XIX, em estanho pintado ; objetos achados na nau Santíssimo Sacramento, que afundou em 1668; entre outros objetos de decoração e utilidade doméstica. As peças encontram-se em vitrines com placas explicativas. Localização Avenida Leite de Castro, 1150 Fábricas.

Teatro Municipal

Construído em 1893 para substituir o anterior existente à rua da Prata, foi completamente reformado e reinaugurado em 1925. O teatro tem à sua frente, um amplo espaço com escadaria cercada por murada de balaustrada em alvenaria, com lampiões nas extremidades. A fachada, de estilo neo-clássico, tem no primeiro piso, três entradas em arco-pleno encimadas por esculturas, no formato de cabeças, e quatro lampiões entre as portas.

Ao lado, em plano afastado existem duas janelas com cimalha reta e esculturas, e abaixo balaustrada trabalhada em alvenaria. As portas são de vitrais, ladeadas por colunas. Em plano afastado e nas laterais encontram-se ainda esculturas em forma de ramos.

O frontão é triangular, todo esculpido ao centro com ornatos e anjos, ladeando um brasão, em cores, com a data da elevação de São João Del Rei à vila – 08 de dezembro de 1713. Acima do frontão encontra-se um conjunto de estátuas gregas em tamanho natural.

O telhado é cercado com murada em alvenaria e pequenos ornatos. Entre as colunas, estão gravados os nomes de músicos e inconfidentes mineiros: Alvarenga Peixoto, Cláudio Manoel, R. de Mello, R. de Bastos e S. de Rezende. No interior do teatro há dois pisos: no piso superior estão localizados os camarotes, a lotação é de 480 lugares, sendo sua divisão interna do teatro segue o estilo italiano. Localização Avenida Hermílio Alves, s/nº – Centro.

Museu de Arte Sacra

O prédio, onde está instalado o Museu, foi construído em 1740 para abrigar a segunda cadeia pública da então Vila de São João del-Rei, que funcionou neste local durante 113 anos. Do prédio antigo, foi aproveitada somente a fachada, que possui friso trabalhado em toda a sua extensão e nas colunas laterais. A construção é de um só pavimento e possuem, na frente, duas portas ladeando cinco janelas, todas com sobrevergas alteadas. No interior, possui um pátio interno tipicamente mineiro e um terreno vago para futura ampliação. A casa divide-se em nove cômodos: Sala de Exposição Temporária, Sala de Imaginária, Salão de Parametros e imaginária, Sala de Prataria e cinco cômodos destinados à parte administrativa e musicológica. Localização – Rua Getúlio Vargas – Centro.

Fonte: http://cicsjdr.com.br

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